O veículo será o primeiro japonês a chegar com a funcionalidade e foi projetado para as rodovias do país. Apesar de não conseguir efetuar mudanças de faixas, função que deve chegar apenas em 2018, o sistema é capaz de fazer curvas, manter a velocidade – entre 30 km/h e 100 km/h – e a distância para o veículo a frente, trafegar centralizado na pista, frear até parar e retomar a aceleração.

Para isso, ele vem equipado com um conjunto de câmeras e radares feitos pela empresa israelense MobileEye, que também é fornecedora do Tesla AutoPilot e de sistemas semiautônomos usados por GM, BMW e Volvo.
As imagens são captadas e processadas por um software para reconhecimento tridimensional de distância para outros veículos e marcação de faixas na pista. A partir daí, é só deixar o cérebro eletrônico se encarregar de dirigir, graças à integração de componentes elétricos na direção, nos freios e nos aceleradores.
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| Todas as possibilidades atuais do que o ProPILOT pode fazer |
Com base no plano de "Zero emissão" e "Zero fatalidade" da Nissan, o ProPILOT é capaz de atuar em situações de emergência também: seja numa frenagem brusca do veículo à frente ou numa fechada, o sistema consegue reagir de forma rápida e eficiente.
A montadora nipônica pretende criar uma versão da tecnologia para as cidades até 2020, que será capaz de lidar com cruzamentos e outras situações encontradas no trânsito do dia a dia.
Igor Melo Telheiro

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