quarta-feira, 31 de agosto de 2016

5G

A essa altura do campeonato, o mundo já está bastante acomodado com o 4G. O Brasil deixou a fase de “engatinhar” e, apesar dos percalços, consegue ter algum destaque no setor, ainda que exista uma disparidade de norte a sul do país. Independentemente disso, o 5G já está quase aí, batendo à porta, e a Intel, assim como as empresas de conectividade, se prepara para a tecnologia. 
Esse foi um objeto de ampla discussão no Intel Developer Forum 2016, evento no qual a gigante apresenta as tendências e os recursos que devem ditar o futuro da tecnologia.
De acordo com a Intel, três fatores caracterizarão a evolução da tecnologia necessária para um mundo verdadeiramente inteligente e conectado. A previsão da empresa é de que mais de 50 bilhões de coisas e dispositivos deverão estar conectados até 2020, além dos mais de 200 bilhões de sensores conectados – tudo isso gerando imensos volumes de dados. Em segundo lugar, vêm as capacidades de processamento, análises e armazenamento distribuídas na estrutura da rede. Por fim vem a conectividade permanente entre as coisas, a rede e a nuvem.
Em posicionamento estratégico no setor, a companhia está trabalhando na promoção de um mundo mais inteligente e conectado com as tecnologias 5G. Essa conectividade, na visão da Intel, “será fundamental para ligar tudo que está a nossa volta e alimentar continuamente o ciclo virtuoso de crescimento da indústria”.

“Para construir essa base, precisamos de redes mais rápidas, eficientes e inteligentes. A Intel está unicamente posicionada para equipar soluções 5G fim a fim, do dispositivo à rede e à nuvem, bem como para habilitar uma colaboração significativa entre os líderes de diferentes indústrias, de fabricantes de dispositivos a fabricantes de equipamentos para operadoras de rede”, reforçou a empresa, que contou com o chefe de departamento de estratégia da AT&T (forte operadora norte-americana de celulares), John Donovan, no palco do IDF 2016. 

Diferente das tecnologias anteriores 2G, 3G e 4G, que eram focadas em chamadas de voz, texto, imagens e vídeo para celulares e computadores, o 5G também vai conectar carros, cidades, fábricas e agricultura na chamada "internet das coisas".

Matéria Completa:

Guilherme M. Canato

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Carro Autônomo

Se você estava achando que carro autônomo era algo que aconteceria só daqui a uns 5 anos, a Nissan acaba de surpreender: eles anunciaram que a sua nova minivan, chamada de Serena, já virá com o sistema ProPILOT, que conta com tecnologias de direção, frenagem e aceleração autônomas.
O veículo será o primeiro japonês a chegar com a funcionalidade e foi projetado para as rodovias do país. Apesar de não conseguir efetuar mudanças de faixas, função que deve chegar apenas em 2018, o sistema é capaz de fazer curvas, manter a velocidade – entre 30 km/h e 100 km/h – e a distância para o veículo a frente, trafegar centralizado na pista, frear até parar e retomar a aceleração.

Para isso, ele vem equipado com um conjunto de câmeras e radares feitos pela empresa israelense MobileEye, que também é fornecedora do Tesla AutoPilot e de sistemas semiautônomos usados por GM, BMW e Volvo.
As imagens são captadas e processadas por um software para reconhecimento tridimensional de distância para outros veículos e marcação de faixas na pista. A partir daí, é só deixar o cérebro eletrônico se encarregar de dirigir, graças à integração de componentes elétricos na direção, nos freios e nos aceleradores.
Todas as possibilidades atuais do que o ProPILOT pode fazer
Com base no plano de "Zero emissão" e "Zero fatalidade" da Nissan, o ProPILOT é capaz de atuar em situações de emergência também: seja numa frenagem brusca do veículo à frente ou numa fechada, o sistema consegue reagir de forma rápida e eficiente.
A montadora nipônica pretende criar uma versão da tecnologia para as cidades até 2020, que será capaz de lidar com cruzamentos e outras situações encontradas no trânsito do dia a dia.
Igor Melo Telheiro

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Exoesqueleto

A agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (mais conhecida pela sigla DARPA, do original Defense Advanced Research Projects Agency) está atualmente trabalhando na confecção de um exoesqueleto bastante interessante e diferente de outros projetos semelhantes que nós já estamos acostumados a ver.
De acordo com o site oficial da instituição, a “Warrior Web” (como está sendo provisoriamente chamada) não é uma armadura voltada para a proteção do soldado contra investidas inimigas, e sim para o aumento de suas capacidades atléticas naturais e diminuição dos danos musculares causados pelo peso dos equipamentos que os militantes costumam carregar.
O exoesqueleto deve ser vestido como uma “roupa de baixo” e será totalmente transparente, atuando com conforto junto com as vestimentas tradicionais do soldado. Objetos de proteção são dispostos estrategicamente em áreas mais propensas a sofrer com contusões (tornozelo, joelho).
A ilustração acima resume algumas das principais características da Warrior Web. O vídeo que abre esta matéria, por sua vez, mostra um protótipo da armadura em ação. No clipe, um soldado carrega 61 lb (cerca de 28 kg) com maior facilidade do que o normal, enquanto um computador confirma que a pressão exercida em algumas áreas de seu corpo se torna quase ínfima.Ainda não há qualquer  previsão para que o exoesqueleto comece a ser testado nos campos de batalha reais.


Caso tenha se interessado no assunto e queira ver mais :Exoesqueleto brasileiro usa VR para ajudar na recuperação de paraplégicos

Pesquisadores brasileiros liderados por Miguel Nicolelis acabam de publicar um estudo muito interessante no periódico Scientific Reports da Nature.O documento relata algo que os cientistas do laboratório de neuroreabilitação da Associação Alberto Santos Dummont vêm fazendo há dois anos — e que culminou no exoesqueleto usado na abertura da Copa do Mundo de 2014.


Matéria completa:http://www.tecmundo.com.br/exoesqueleto/108364-exoesqueleto-brasileiro-usa-vr-ajudar-recuperacao-paraplegicos.htm


Guilherme Augusto

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Realidade Virtual

Proporcionar maneiras simples, rápidas e intuitivas de se interagir com a tecnologia sempre foi considerado um dos grandes desafios da indústria. Afinal, pessoas são seres complexos que agem de forma dinâmica e criativa, demandando que os sistemas à sua volta proporcionem o mesmo tipo de flexibilidade ao tratar de situações imprevistas.
Por esses motivos, no ápice da interação homem/máquina está a realidade virtual, que promete nos permitir trabalhar com informações e ferramentas da maneira mais similar possível à que fazemos no mundo real.  Apesar de já estar presente em vários campos, sistemas de RV ainda são escassos no nosso dia a dia. Mas isso pode mudar em breve.

Continue acompanhando esta postagem e descubra algumas das tecnologias mais promissoras para um futuro próximo — ou não tão próximo assim.


Holodeck

Quem já assistiu ao clássico “Jornada nas Estrelas” deve lembrar bem dos holodecks, salas dentro das naves espaciais que se transformam em simuladores de realidade aumentada e até em “telefones” tridimensionais, através dos quais as pessoas são reproduzidas na sala com a ajuda de hologramas.
Diferente do que você imaginava, esse tipo de tecnologia já está em desenvolvimento e até rendeu alguns projetos reais, como é o caso do Google Holodeck. Enquanto a tecnologia dos hologramas não chega ao mesmo nível visto nos filmes, a gigante de Montain View criou uma pequena sala cheia de monitores que permite que o visitante explore as ruas do Street View com uma visão panorâmica tridimensional.
Janela Mágica

A Microsoft também não fica para trás e já tem projetos que prometem revolucionar a forma como nós interagimos com quem está longe. O conceito, que leva o nome de Magic Window, usa os sensores do Kinect e monitores para criar uma espécie de janela em que as pessoas dos dois lados podem interagir com a interface como se estivessem uma de frente para a outra.
A tecnologia tira proveito do Microsoft Surface para que a troca de informações possa ser realizada com toques diretamente na tela. Boa parte da tecnologia necessária para fazer da janela mágica uma realidade já está em desenvolvimento, mas ainda não há uma previsão de quando o Microsoft Magic Windows vai estar disponível.

Tratamentos Psicológicos
Enquanto os gamers esperam passar por situações de tensão com a realidade virtual, muitos pacientes de traumas podem ser beneficiados pela mesma tecnologia durante tratamentos médicos.Projetos em universidades e hospitais ao redor do globo já estudam essa possiblidade, com mundos virtuais que podem ajudar uma pessoa que tem claustrofobia, por exemplo, a conseguir andar de metrô no seu dia a dia.Realidade virtual sempre foi vista como o futuro dos games. Apesar de ser um assunto bastante discutido atualmente, podemos ver que essa tecnologia eventualmente estará presente em outras áreas, que poderá ser de grande utilidade.


Para mais tecnologias como essa acesse:
http://www.tecmundo.com.br/futuro/28625-5-tecnologias-de-realidade-virtual-que-podem-explodir-nos-proximos-anos.htm

Ana Beatriz Bispo

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Olimpíadas 2016

A Panasonic realizou o seu 2º Seminário de Tecnologia para apresentar os produtos que serão lançados até as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro, na quarta-feira (26\7). Entre as novidades anunciadas, estão: câmera de segurança que reconhece rostos suspeitos e encontram pessoas perdidas, um serviço que mostra o caminho dos jogos aos torcedores, um recurso para fazer pedidos de restaurante pela televisão, uma TV 4K de 98 polegadas, entre muitas outras.


 O primeiro aparelho exibido durante o seminário foi a câmera de segurança externa com a tecnologia batizada de "Image Compensation". Com este recurso, as imagens produzidas ficam nítidas mesmo em condições climáticas não favoráveis, como chuva forte. A tecnologia impede a água de grudar na lente da câmera e, assim, a empresa garante que as imagens ficarão limpas em qualquer situação adversa.



Pensando na segurança dos jogos, a empresa lançou um serviço que reconhece rostos de pessoas suspeitas. Quando alguém suspeito ou que está registrado é detectado, um alarme toca para a equipe tomar as devidas providências. Além disso, o sistema também é capaz de detectar a idade aproximada de qualquer pessoa. Essa função pode ser útil para empresas levantarem a base estatística e conhecerem a faixa etária de seus clientes, segundo a Panasonic.


O chefe de Marketing da Panasonic no Brasil, Alessandro Batista, acredita que até 2016 a tecnologia 4K esteja ao alcance de todos os consumidores: “A Panasonic está preparada não só para o comitê organizador das Olimpíadas, mas também para o consumidor. A empresa vai se preparar, mas se todo o restante da cadeia está pronto para fazer a transmissão dos dados em 4K, nós não sabemos”.


Enquanto atletas do mundo todo se preparam para quebrar recordes nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, uma revolução tecnológica acontece nos bastidores para ajudar em suas performances e na experiência visual dos espectadores aumentando o conforto ao máximo dos telespectadores.

Para outras tecnologias acesse:



Guilherme M. Canato