quarta-feira, 27 de julho de 2016

Deep Learning

O conceito de Inteligência Artificial (ou AI = Artificial Intelligence) foi primeiro estabelecido em 1955 pelo cientista americano John McCarthy que definiu a IA como “a ciência e engenharia de fazer máquinas inteligentes”. As abordagens iniciais tinham como lugar comum de construir máquinas que tentavam “codificar o conhecimento, a lógica e o raciocínio”
John McCarthy - Pioneiro em Inteligência Artificial
Um dos componentes da AI é a tecnologia conhecida como Machine Learning (ou Aprendizagem de Máquina). Outros componentes adicionais de AI são: Visão Computacional, Processamento de Linguagem Natural, Robótica e Reconhecimento de Fala.
Um componente importante de “Machine Learning” que começa a se destacar muito no mercado internacional é a tecnologia de Deep Learning que se baseia na tecnologia da Redes Neurais Artificiais.
A AI hoje começa a interessar a vários segmentos de indústria e tem se destacado na área de saúde e robótica.
A tecnologia de Deep Learning vai ter grandes evoluções nos próximos anos e se destacará muito no seu paradigma de “habilitar ao computador aprender a partir da observação dos dados”. Deep Learning é considerada a técnica que nós aplicamos para aprender em redes neurais artificiais.
A Inteligência Artificial vai representar um grande “boom” de oportunidades na Saúde nos próximos anos segundo a avaliação do analista de indústria Frost & Sullivan. O uso de AI na Saúde vai crescer 10 vezes nos próximos 5 anos em várias áreas da Saúde desde o diagnóstico de câncer até dicas de dietas.
Dentro da AI temos a área de Machine Learning. Essa é uma área da ciência da computação que evoluiu bastante a partir do estudo de reconhecimento de padrões (pattern recognition) e da teoria da aprendizagem computacional em inteligência artificial. Machine Learning tem uma “íntima” ligação com o big data pois é a base da análise preditiva (predicitive analytics ou predictive modelling).
A ideia básica - que software de Deep Learning pode simular um grande arranjo de neurônios em uma "rede neural" artificial - é bastante antiga, e tem levado a tantas decepções como também a avanços. Mas por causa das melhorias nas fórmulas matemáticas e nos computadores cada vez mais poderosos, os cientistas de computação agora podem modelar muito mais camadas de neurônios virtuais do que anteriormente.
A vantagem dos algoritmos de Deep Learning é sua a capacidade de aprendizagem em grandes quantidades de dados de uma forma não-supervisionada (dados não anotados), sendo assim uma ferramenta valiosa para Big Data Analytics onde a maioria dos dados são desta natureza, também designados por dados não-estruturados. As máquinas inspiradas em Deep Learning conseguem aprender abstrações complexas dos dados através de um processo de aprendizagem hierárquica muito similar ao que ocorre no cérebro humano – sobretudo no córtex visual.Nas técnicas tradicionais, a qualidade dos algoritmos depende muito da representação dos dados em certas características, ou featuresFeature Engineering e pré-processamento consome assim grande parte do esforço do analista e é específico para cada domínio. Por exemplo, na análise de imagens é comum pré-processar as imagens com algoritmos de detecção de fronteiras (edges) a fim de facilitar a identificação de objetos.
Vídeo de apresentação da tecnologia Deep Learning:
Fontes:

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